E o técnico?

Contra o Peru, nesse último domingo, a seleção deixou de faturar dois pontos.Um jogo que não era difícil, por incompetência do treinador, tornou-se complicado.O início não foi de todo ruim, até porque a seleção peruana entrou em campo com o intuito de atacar, e assim a partida seguiu: com as duas equipes tentando o gol, nada de jogadas agudas, mas uma partida corrida, interessante de assistir.
A certa altura do primeiro tempo, depois de um golaço do Kaká, o Brasil desmontou-se taticamente.Robinho já não sabia se era atacante, meia, ponta direita ou esquerda, corria por todos os lados do campo e não efetivava jogada nenhuma; Ronaldinho estacionou na posição de volante e dava apenas toques de lado; Maicon voava pela direita, mas não cruzava uma bola sequer para Vagner Love; Gilberto Silva e Mineiro se desdobravam para tentar marcar os rápidos peruanos que não encontravam dificuldades para saírem jogando.Com toda essa desorganização, destacaram-se os zagueiros canarinhos, que ganharam quase todas as jogadas.
Depois de relaxar no segundo tempo, e chamar o Peru para seu campo, a seleção tomou o gol de empate.Mesmo com alternativas no banco, Dunga mexeu errado e tardiamente no time.Primeiro trocou seis por meia dúzia, quando tirou Vagner e pôs em campo Luis Fabiano, que seria igualmente não abastecido pelo inoperante meio-campo, em seguida substituiu Robinho por Elano, na tentativa de dar consistência na meia-cancha, o que já não é tão necessário para quem precisa de um gol no fim do jogo.
Mudanças ousadas, e de ordem tática, na visível tentativa de mudar o que não está dando certo, mesmo que não tragam o resultado esperado, tenho certeza que amenizariam as criticas ao Dunga.Como, por exemplo: tira o descontado Ronaldinho e põe o Diego, dando mais fôlego ao meio campo; substitui Robinho, mau no jogo, e coloca mais um centro-avante, Luis Fabiano e Vagner podem, em uma situação emergencial, funcionar bem; Coloca Daniel Alves, um lateral mais ofensivo, e tenta abastecer de cruzamentos os atacantes.
Disciplina fora de campo é bom e não faz mau a ninguém, mas disciplina tática dentro de campo também é essencial.
A certa altura do primeiro tempo, depois de um golaço do Kaká, o Brasil desmontou-se taticamente.Robinho já não sabia se era atacante, meia, ponta direita ou esquerda, corria por todos os lados do campo e não efetivava jogada nenhuma; Ronaldinho estacionou na posição de volante e dava apenas toques de lado; Maicon voava pela direita, mas não cruzava uma bola sequer para Vagner Love; Gilberto Silva e Mineiro se desdobravam para tentar marcar os rápidos peruanos que não encontravam dificuldades para saírem jogando.Com toda essa desorganização, destacaram-se os zagueiros canarinhos, que ganharam quase todas as jogadas.
Depois de relaxar no segundo tempo, e chamar o Peru para seu campo, a seleção tomou o gol de empate.Mesmo com alternativas no banco, Dunga mexeu errado e tardiamente no time.Primeiro trocou seis por meia dúzia, quando tirou Vagner e pôs em campo Luis Fabiano, que seria igualmente não abastecido pelo inoperante meio-campo, em seguida substituiu Robinho por Elano, na tentativa de dar consistência na meia-cancha, o que já não é tão necessário para quem precisa de um gol no fim do jogo.
Mudanças ousadas, e de ordem tática, na visível tentativa de mudar o que não está dando certo, mesmo que não tragam o resultado esperado, tenho certeza que amenizariam as criticas ao Dunga.Como, por exemplo: tira o descontado Ronaldinho e põe o Diego, dando mais fôlego ao meio campo; substitui Robinho, mau no jogo, e coloca mais um centro-avante, Luis Fabiano e Vagner podem, em uma situação emergencial, funcionar bem; Coloca Daniel Alves, um lateral mais ofensivo, e tenta abastecer de cruzamentos os atacantes.
Disciplina fora de campo é bom e não faz mau a ninguém, mas disciplina tática dentro de campo também é essencial.

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